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Direito Empresarial e Compliance

Compliance e Integridade Empresarial

Estruturação e revisão de programas de integridade a partir dos riscos reais da operação, das relações com colaboradores e terceiros e, quando aplicável, da atuação da empresa perante a Administração Pública.

A conduta acontece antes de existir um controle que a alcance.

Antes de contratar

O risco raramente chega com o nome de compliance

Ele aparece na contratação de um terceiro, na conduta de um gestor, no contato com um agente público ou em uma decisão que ninguém soube dizer quem deveria aprovar.

01

Todo mundo sabe como funciona, até alguém perguntar onde está escrito

A operação cresceu apoiada em confiança, costume e decisões informais. Quando surge uma denúncia, fiscalização, auditoria ou questionamento de um cliente, reconstruir quem decidiu, com qual critério e sob qual controle se torna parte do problema.

02

O terceiro representa a empresa sem estar dentro dela

Representantes, parceiros, despachantes, fornecedores e prestadores podem atuar em pontos sensíveis da operação. O risco aparece quando a empresa conhece o contrato, mas não conhece suficientemente quem executa parte da atividade em seu nome, e a exposição não para na reputação: parte dela volta como responsabilidade de quem contratou.

03

A relação com o poder público acontece em mais lugares do que parece

Licenças, fiscalizações, contratos administrativos, licitações, autorizações, benefícios e reuniões institucionais colocam colaboradores e terceiros em contato com agentes públicos. Sem critérios claros, cada pessoa decide sozinha como conduzir essa relação.

04

Existe um canal de denúncia, e o problema começa depois que alguém usa

Receber o relato é apenas o início. Quem acessa, como preservar confidencialidade, quando investigar, quem decide e como documentar a resposta precisam estar definidos antes da primeira situação crítica. O que chega ao canal costuma ser assédio, discriminação e conduta de gestor, onde errar o procedimento cria um segundo problema além do primeiro.

O método

As principais frentes do programa

01

Mapeamento de riscos e diagnóstico

O programa começa pela operação existente: pessoas, processos, terceiros, contratos e pontos de contato com o poder público. O objetivo é identificar onde uma decisão inadequada pode gerar exposição jurídica, reputacional ou operacional.

02

Políticas, Código de Conduta e controles internos

As regras são construídas para situações que efetivamente acontecem. Código de Conduta, políticas de integridade, conflitos de interesses, brindes e hospitalidades, relacionamento com agentes públicos, aprovações e registros passam a fazer parte de uma estrutura coerente.

03

Due diligence de terceiros

Nem todo fornecedor representa o mesmo risco. Parceiros e terceiros são analisados de acordo com o papel que exercem, especialmente quando atuam em nome da empresa, participam de processos sensíveis ou mantêm interação com a Administração Pública.

04

Canal de denúncias e investigações internas

O programa define como relatos são recebidos, tratados, documentados e encaminhados, com critérios para confidencialidade, apuração, conflitos de interesse e tomada de decisão.

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Treinamento e atuação das lideranças

Política escrita não substitui decisão bem orientada. Lideranças e equipes expostas a situações relevantes precisam conhecer os limites de atuação e identificar quando uma situação deve ser escalada.

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Monitoramento e atualização

O programa acompanha a empresa. Mudanças na operação, entrada em novos mercados, contratação de terceiros ou aproximação com o poder público podem alterar riscos e exigir revisão dos controles.

Nota técnica

O que a norma exige, com a fonte ao lado

Parte do que o programa organiza já é obrigação, e não boa prática. A Lei nº 14.457/2022 alcança empresa que tem CIPA, a NR 1 incide sobre o gerenciamento de riscos da operação, e a legislação de licitações e a Lei Anticorrupção consideram o programa de integridade nas contratações públicas.

Como funciona

Como começa o trabalho

  1. Reunião inaugural

    A conversa inicial cobre o setor, o tamanho da operação, as relações com terceiros, o contato com o poder público e o que já existe de política, canal e controle.

  2. Mapeamento de riscos

    O levantamento vai atrás de onde uma decisão inadequada gera exposição: quem decide, com qual alçada, sob qual registro, e quais pontos da rotina hoje dependem apenas de confiança.

  3. Desenho e implantação do programa

    As frentes entram na ordem que o risco pede, e não todas de uma vez. O programa é revisto quando a operação muda: mercado novo, terceiro novo, aproximação com a Administração.

Vamos ver onde estão os riscos da sua operação.

Etapa 1 de 7

Qual o seu nome?

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